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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Three women. Rooted. Eternal.

 



                                 (obra de arte desenhada por Mariana Duarte Santos)


We are here. We have always been here.



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016














Ausência


Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num País sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.



   (Sophia de Mello Breyner Andresen)

sábado, 3 de outubro de 2015


Phenomenal Woman

BY MAYA ANGELOU
Pretty women wonder where my secret lies.
I’m not cute or built to suit a fashion model’s size   
But when I start to tell them,
They think I’m telling lies.
I say,
It’s in the reach of my arms,
The span of my hips,   
The stride of my step,   
The curl of my lips.   
I’m a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,   
That’s me.

I walk into a room
Just as cool as you please,   
And to a man,
The fellows stand or
Fall down on their knees.   
Then they swarm around me,
A hive of honey bees.   
I say,
It’s the fire in my eyes,   
And the flash of my teeth,   
The swing in my waist,   
And the joy in my feet.   
I’m a woman
Phenomenally.

Phenomenal woman,
That’s me.

Men themselves have wondered   
What they see in me.
They try so much
But they can’t touch
My inner mystery.
When I try to show them,   
They say they still can’t see.   
I say,
It’s in the arch of my back,   
The sun of my smile,
The ride of my breasts,
The grace of my style.
I’m a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,
That’s me.

Now you understand
Just why my head’s not bowed.   
I don’t shout or jump about
Or have to talk real loud.   
When you see me passing,
It ought to make you proud.
I say,
It’s in the click of my heels,   
The bend of my hair,   
the palm of my hand,   
The need for my care.   
’Cause I’m a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,
That’s me.



I want to feel my life while I'm in it. -- Meryl Streep

segunda-feira, 1 de julho de 2013

grandes mulheres






Olga Roriz



Olga Roriz é coreógrafa e bailarina portuguesa.
Nasceu em Viana do Castelo. Em  Lisboa  iniciou os estudos de dança na Escola do Teatro Nacional de S. Carlos, com Ana Ivanova. Com 18 anos de idade completou o curso da Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1976 ingressou no elenco do Ballet Gulbenkian dirigido por Jorge Salavisa, onde permaneceu até 1992.
Como coreógrafa tem sido convidada a trabalhar com agrupamentos como a Companhia Nacional de Bailado, Dança Grupo e Companhia de Dança Contemporânea em Portugal; Ballet Teatro Guaira, no Brasil; Ballets de Monte Carlo, no Mónaco; Compañía Nacional de Danza, em Espanha; English National Ballet, no Reino Unido, Reportory American Ballet, nos EUA, e Maggio Danza di Firenze, em Itália.
Ganhou vários prémios.
Em Fevereiro de 1995 fundou a Companhia Olga Roriz.
Em 1997 encenou para o Teatro Nacional de S. Carlos a ópera Perséphone de Igor Stravinsky, e em Janeiro de 1999, para o Teatro Plástico, estreou-se em encenação para teatro na peça Crimes Exemplares de Max Aub, onde assinou também a dramaturgia e uma nova versão do texto.
Vou vê-la actuar em breve...



domingo, 16 de junho de 2013


 O paraíso ___
Letra/música: Pedro Ayres Magalhães

Subi a escada de papelão
Imaginada
Invocação
Não leva a nada
Não leva não
É só uma escada de papelão

Há outra entrada no Paraíso
Mais apertada
Mais sim senhor
Foi inventada
Por um anão
E está guardada
Por um dragão

Eu só conheço
Esse caminho
Do Paraíso






domingo, 9 de junho de 2013



Elvira Fortunato nasceu em Almada em 1964. É professora do departamento de Engenharia dos Materiais e coordenadora do Centro de Investigação de Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa. Em 2008 ganhou o maior prémio de sempre dado a um investigador português: European Research Council (ERC), que a colocou no Top 5 mundial dos investigadores em electrónica transparente.



Elvira Fortunato






Omar Ortiz


Morrer de Amor


Morrer de amor
ao pé da tua boca

Desfalecer
à pele
do sorriso

Sufocar
de prazer
com o teu corpo

Trocar tudo por ti
se for preciso


Maria Teresa Horta , in "Destino"



domingo, 26 de maio de 2013




Marisa Reve



Armadilha

E de novo a armadilha dos abraços.
E de novo o enredo das delícias.
O rouco da garganta, os pés descalços
a pele alucinada de carícias.
As preces, os segredos, as risadas
no altar esplendoroso das ofertas.
De novo beijo a beijo as madrugadas
de novo seio a seio as descobertas.
Alcandorada no teu corpo imenso
teço um colar de gritos e silêncios
a ecoar no som dos precipícios.
E tudo o que me dás eu te devolvo.
E fazemos de novo, sempre novo
o amor total dos deuses e dos bichos.

Rosa Lobato Faria



terça-feira, 21 de maio de 2013



Carolina Beatriz Ângelo



Em 1911 a médica Carolina Ângelo depositou o seu voto nas urnas para as eleições da Assembleia Constituinte.
Nessa altura só os cidadãos portugueses com idade superior a 21 anos , que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família, podiam votar.
Carolina Ângelo , na altura viúva e mãe, invocou isso mesmo, conseguindo que um tribunal lhe reconhecesse o direito a votar, com base na expressão "cidadãos portugueses" (plural): homens e mulheres.
Carolina Angelo foi deste modo a primeira mulher a votar no quadro de doze países europeus.






domingo, 19 de maio de 2013







VIII

Eis-me sem explicações
crucificada em amor:
a boca o fruto e o sabor.

in "O livro dos Amantes"








quinta-feira, 9 de maio de 2013



Pensei o quanto desconfortável é ser trancado do lado de fora; e pensei o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro.
                                                                                                      Virginia Woolf



Rene Magritte


domingo, 28 de abril de 2013






         "Não me deixe ir
                                  posso nunca mais voltar"


Clarice Lispector

sábado, 27 de abril de 2013




Frida Kahlo


 "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor"